Budapeste

Budapeste já permeava meu imaginário por causa do livro de Chico Buarque e do filme baseado no livro (os dois carregam o nome da cidade). Então já tinha toda uma imagem pré-concebida sobre o lugar e principalmente sobre a estranheza do idioma. “O húngaro é a única língua que o Diabo respeita”, foi a frase que me impressionou quando li o livro, vai saber porquê…

Não sei medir o quanto a curiosidade já existente contribuiu, mas a cidade me encantou demais. A sujeirinha e o clima meio decadente que foi decepção pra alguns só me fez curtir ainda mais.

No primeiro dia conhecemos a praça dos heróis e o Bastião dos pescadores, de onde se tem uma vista incrível da cidade e à noite fomos a uma praça que tinha uma roda gigante só pra ver o movimento.

No segundo dia andamos muuuito, com direito a atravessar algumas das pontes, andar pelas margens do danúbio, ir até a ilha Margarita, subir a Citadella, perambular pelo mercado… e à noite, depois de toda essa andança, só mesmo uma pizza gigante num lugar bem underground pra terminar bem o dia.

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